Em 1 de dezembro de 2019, em Wuhan, capital da província de Hubei, China, surgira a primeira identificação de uma pneumonia misteriosa, que após Trinta dias, a Organização Mundial da Saúde (OMS) notificou o que seria a então novo coronavírus desease a, que causava tosse seca, febre e graves problemas respiratórios, como a pneumonia. Mais tarde, descoberto novos sintomas como anosmia (perda de olfato), dores de cabeça, fadiga, diarreia e muitos outros que ainda estão em análise. Esta doença nomeada como COVID-19, que significa “COrona rus Desease” (Doença do Corona vírus), enquanto “19” se refere a 2019.

Os primeiros casos da infecção ocorreram através de animais para pessoas, especula-se. Isso porque os vírus da família “coronavírus” afetam principalmente animais. Existem quase 40 variantes diferentes desse vírus identificados em animais e apenas 7 tipos em humanos. Além disso, os primeiros casos confirmados foram num grupo de pessoas que estiveram no mesmo mercado popular da cidade de Wuhan, onde eram vendidos vários tipos de animais selvagens vivos, como castores, cobras e morcegos que poderiam ter contaminado essas pessoas. Após esses primeiros casos, outras pessoas que nunca estiveram no mercado, foram identificadas com o vírus. Os indivíduos apresentavam um quadro de sintomas semelhantes, apoiando a hipótese de que o vírus tinha se adaptado e estava transmitindo entre humanos, possivelmente através da inalação de gotículas de saliva ou de secreções respiratórias que ficavam no ar após a pessoa contaminada espirrar ou tossir.

Daí já viu, né?! O vírus se alastrou pelo mundo rapidamente como uma nevoa de insetos destruindo as lavouras e continua infectando até os dias de hoje. Os sintomas mais graves da COVID-19 resultam em morte, visto que podem ocasionar insuficiência cardíaca e parada respiratória, além de outros problemas graves. Hoje o “Corona” passou por variantes com diversas mutações, no momento, as variantes mais conhecidas são da Inglaterra, África do Sul, Japão, Índia e tão famosa “variante brasileira”: A variante brasileira do coronavírus, denominada P1, é pouco conhecida, mas provoca alerta no mundo por ser mais contagiosa, levando vários países a suspender os voos procedentes do Brasil, epicentro da pandemia. A P1 é uma variante mais contagiosa, que se espalhou rapidamente pelo Brasil, mesmo sendo um enorme país que ocupa 5ª colocação entres os maiores países do mundo, territorialmente falando, onde a pandemia ocorre de maneira descontrolada.

O primeiro caso de COVID-19 no Brasil foi confirmado na cidade de São Paulo no final de fevereiro. As crenças se dão a um “paciente zero” (denominado aquele que se recuperou da doença) do sexo masculino de 61 anos que voltou de uma viajem da Itália, onde houve um aumento considerável do mal, mesmo assim, é incogitável que ele tenha sido o responsável pela disseminação do vírus, até porque, nesse mesmo período, mais de uma centena de introduções da doença ocorreram no país. Daí para frente a morte passeia pelas ruas, corrimãos, avenidas, pulmões e vidas, arrastando as restes mortais para onde a família nem ao menos pode se despedir. É um ataque voraz e impiedoso, alguns conseguem sair ilesos, com a memória do ocorrido, outros com sequelas para o resta da vida e muitos só saem em um saco preto.

Dados e estatísticas do Wikipédia do dia 04 de junho de 2020, dizem: nos Estados Unidos foram contabilizados 596 mil, na Índia 341 mil e no Brasil 469 mil mortes, graças ao vírus e as falhas governamentais no gerenciamento de crises. Mortes que marcaram a história e deixaram um rastro de inconsequência, lamento e culpa.

A pandemia trouxe consigo inúmeras dores, incluindo o desemprego, graças a falência de inúmeras empresas e a inviabilidade de negócios, mesmo cortando gastos, com a demissão de colaboradores, que resultou no tremendo desemprego das massas, não foi o suficiente para se manter. O Brasil chega aos seus 14,4 milhões de desempregados, maior número da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD contínua), que começou em 2012. Além das taxas de falência das empresas que cresceram 58,3%, em 2020, segundo a Serasa Experian. “A chegada da pandemia trouxe um grande caos. Percas financeiras, vidas de pessoas próximas perdidas e total descontrole emocional.  Além da presença de um governo incoerente e desesperado que nos leva ao sentimento de insegurança, desrespeito e indignação” – alegou Wallas Rabelo de Morais, neuro psicopedagogo institucional.

Com todos estes fatores, acima citados, a fome que já foi considerada erradicada no Brasil voltou a se fazer presente na mesa do povo brasileiro, com cerca de 19 milhões de cidadãos famintos, dados combateafome.org.br, principalmente da empatia alheia e sua solidariedade. Dado que, infelizmente, o sistema econômico em que vivemos, inviabiliza muitas medidas que poderiam precaver tal destemperança.

No intuito de amenizar o sofrimento, o Governo brasileiro em busca de uma medida para acalentar as bocas: cerca 66 milhões de pessoas foram beneficiadas com a iniciativa do auxílio emergencial, que apoia famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica, nesta crise viral. O valor inicial era de R$600 ou R$1200, a depender do perfil inscrito. Certo tempo depois os valores foram reduzidos para R$150, R$250 e R$375, a depender do perfil familiar. Tais valores apresentados são consideravelmente importantes, no entanto, a situação pandêmica exprime gastos extras, necessários para suportar o meio em que vivemos, como: o gasto com álcool antisséptico, mascaras de proteção, produtos para higiene recorrente do ambiente, limpeza dos alimentos e embalagens, a Lei de Oferta e Procura se fez presente: O álcool em gel que variava de R$7 a R$9, passou a variar de R$17 a R$ 25, preços de frasco de 500ml. Mas a grande vítima da propagação da inflação e do aumento do dólar, este teve aumento de 14,09%, no preço, foram os alimentícios. “Houve um aumento muito considerável, principalmente na parte alimentícia, exemplo: 1kg de carne que era em média R$25 a R$28, hoje custa quase 40 reais, praticamente dobrou”, relata Wanderson S. dos Santos, Contador. As famílias estão mais em casa, surte a maior precisão de compras nos mercados. Tudo isso influência no bolso e gera gastos que podem ultrapassar o valor do apoio emergencial.

O caos dando as caras, problemas de montão, foi aí então que a resiliência brasileira com seu povo colorido e astuto, fizeram a jus tais qualidades: milhares de mentes brilhantes começaram a se fazer presente. Mudar o enredo se tornou crucial para sobrevivência. Os gestores, empresários, pensadores erguem seu foco para o X do problema e além de dar solução para o conflito, tiram o melhor proveito. Click aqui “Estagnação à Inovação“, para dar continuidade, este artigo retrata as ações brilhantes na escuridão pandêmica.

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